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O The Solemn Hypnotic estava realmente carente de postagens nestas últimas semanas. Envolvida demais com a escola e a pressão que ela sempre exerceu sobre mim, eu acabei me deixando levar pela maré, sem perceber que estava colocando em segundo plano um monte de coisas que eu simplesmente adoro fazer, dentre elas, estar aqui. Em um desses dias, eu recebi uma redação com uma nota ridícula, por assim dizer. Ouvindo a querida professora de Língua Portuguesa palestrar durante cinquenta minutos sobre os textos deveriam ou não ter, eu fiquei me perguntando o porquê dessa coisa maciça que forma a língua.
Na verdade, eu nunca me adaptei à esse tipo de coisa na escola. Eu nunca conseguia decorar todas as normas de gramática, e não sabia na verdade pra quê isso servia. Agora, essa mulher vinha me pedir que escrevesse coisas secas, como todo mundo tem capacidade de fazer. De certa forma, as coisas tem que ser de algum modo uniformes para serem entendidas, e nisso eu concordo com ela. Mas, dizer que todas as coisas têm que se parecer umas com as outras, totalmente fora de sentimento ou de perspectiva é realmente muita crueldade.
Isso não se trata de como ou o quê se produz, mas sim de seguir à certas regras pra sempre, de um jeito rígido que não permite ser artista a quem quer ser artista. Talvez, eu tenha realmente que ser como todo mundo e as coisas fiquem melhores assim. Talvez seja apenas uma questão de enquadramento. E tempo. O tempo deve matar qualquer vontade ou efervescência dentro de mim. Talvez ela esteja a milhões de anos luz de mim, vendo as coisas de uma forma muito mais concreta, mais justa.
Possivelmente, eu sou só mais uma no meio daquele mar de individualismos, de gente que acha que tem talento. Eu fico sozinha, contando estrelas, tentando nunca deixar de acreditar que as coisas realmente são verdade. Enquanto a autoafirmação não vem, eu fico contando estrelas e tentando seguir as regras de sempre.
Isso não se trata de como ou o quê se produz, mas sim de seguir à certas regras pra sempre, de um jeito rígido que não permite ser artista a quem quer ser artista. Talvez, eu tenha realmente que ser como todo mundo e as coisas fiquem melhores assim. Talvez seja apenas uma questão de enquadramento. E tempo. O tempo deve matar qualquer vontade ou efervescência dentro de mim. Talvez ela esteja a milhões de anos luz de mim, vendo as coisas de uma forma muito mais concreta, mais justa.
Possivelmente, eu sou só mais uma no meio daquele mar de individualismos, de gente que acha que tem talento. Eu fico sozinha, contando estrelas, tentando nunca deixar de acreditar que as coisas realmente são verdade. Enquanto a autoafirmação não vem, eu fico contando estrelas e tentando seguir as regras de sempre.
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